Ficar de olho na balança não é uma preocupação exclusiva dos seres humanos. Segundo o veterinário Luiz Pereira, da Pet From Ipanema, cães e gatos também precisam tomar cuidado com o excesso de peso e suas consequências. "Antes de mais nada é preciso buscar as causas do problema. Não sendo de fundo endócrino, geralmente a obesidade é resultado da falta de exercícios e do excesso de calorias", diz ele.sexta-feira, 6 de novembro de 2009
De olho na balança: animais também sofrem com a obesidade
Ficar de olho na balança não é uma preocupação exclusiva dos seres humanos. Segundo o veterinário Luiz Pereira, da Pet From Ipanema, cães e gatos também precisam tomar cuidado com o excesso de peso e suas consequências. "Antes de mais nada é preciso buscar as causas do problema. Não sendo de fundo endócrino, geralmente a obesidade é resultado da falta de exercícios e do excesso de calorias", diz ele.sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Abaixo assinado APRABLU
Foi iniciado o Abaixo Assinado, para conseguirmos um espaço em Blumenau para podermos levar nossos animais de estimação, e sem sermos olhado de lado.A aceitação já foi grande como vimos na 6ª Cãominhada, mas necessitamos de mais assinaturas e por isso as folhas para assinatura encontram-se nos seguintes locais:
- Pet shop no Pet Ani + Pet shop - Rua Amazonas
Contamos com a colaboração e divulgação desta proposta.
Calendário canino
A Maverick Arts Club usa a criatividade aliada ao bom humor para cativar a clientela. Com o auxílio do Photoshop (ferramenta para edição de imagens), essa empresa de arte britânica se especializou em criar personagens-animais, que são apresentados sempre em situações divertidas. O primeiro grande sucesso foi o lançamento de um calendário com cães da raça West Highland White Terrier praticando esqui aquático.
Agora, a Maverick divulga o seu mais novo calendário: uma engraçada coleção de fotos, em que cachorros da raça Jack Russell Terrier aparecem dando duro numa oficina mecânica. Para realizar esse trabalho, os animais são cuidadosamente treinados e fotografados por Steve Bicknell e Paul Cocken, que depois finalizam as imagens no computador.domingo, 4 de outubro de 2009
Defenda os animais domésticos no Brasil!
A intenção do Projeto de Lei é alterar o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais, retirando a expressão “domésticos e domesticados” e, assim, descriminalizar atos de abuso e maus-tratos contra esses animais.Essa alteração significaria um enorme retrocesso na história da proteção animal no Brasil, ao tornar ainda mais branda a legislação animal vigente, favorecendo a impunidade.
Os inúmeros casos de maus-tratos que se repetem diariamente no país deixariam de ser crime. O combate às condenáveis rinhas de cães e galos, por exemplo, seria dificultado ao extremo.
Você faria algo bem simples para ajudar os animais domésticos no Brasil?
A WSPA Brasil elaborou uma carta online a ser enviada aos deputados federais, pedindo que NÃO APROVEM o Projeto de Lei 4.548/98, que modifica o art.32.
Acesse http://www.wspabrasil.org/ , assine a carta online, e ajude a defender os nossos animais!!! PARTICIPE!! FAÇA A SUA PARTE!
O ponto de vista do cão
Não há parceria como a do homem com o cão. Ainda assim, em termos de estudos científicos, os ratos recebem maior atenção que o cachorro. Devido a seu uso como cobaia, sabe-se quase tudo sobre o comportamento dos roedores e até já se descobriu como tornar sua existência mais longeva. Por outro lado, o convívio por mais de 14 000 anos permitiu ao homem entender, na prática, bastante bem o comportamento canino. Mas também levou à concepção emotiva de que, de certa forma, o totó tem um lado humano, ainda que insista em fazer xixi no poste. Sobre esse assunto já não se está completamente no escuro. Uma série de estudos recentes lançou luzes sobre, digamos, a vida interior dos cães. Obviamente, o que se está descobrindo nada tem de humano.Apesar de toda nossa convivência com os cães, talvez seja mais simples entender os chimpanzés, primos na árvore da evolução. Os cães percebem o mundo de um modo tão próprio que só pode ser descrito por analogias. Para poder explicar, a psicóloga Alexandra Horowitz tentou imaginar a vida do ponto de vista de um animal cujo sentido principal é o olfato. Para os cães, o cheiro equivale à visão humana. É o primeiro recurso usado para reconhecer o ambiente ao redor. Quando acordam, esses animais farejam a casa para saber se algo aconteceu enquanto dormiam. Dependendo da raça, um cão pode ter entre 200 milhões e 300 milhões de receptores de olfato nas narinas. O nariz humano só tem 5 milhões. Odores imperceptíveis para nós, como os das moléculas de ácido butírico provenientes das células da epiderme, deixadas por uma presa, compõem para os cães um rastro que pode ser seguido com segurança.
Com um nariz tão desenvolvido, os cães se valem de olhos e ouvidos como sentidos complementares. A gama de cores que os cães percebem varia entre o azul, o verde e o amarelo, com menos nuances de tons que as captadas pelo olho humano. Com um número menor de fotorreceptores que o olho humano, eles têm dificuldade em ver objetos próximos. Em compensação, a visão periférica pode ser sensacional em certas raças, chegando a 270 graus (a do homem é de apenas 180 graus). A audição canina é mais sensível e tem um espectro muito maior que a humana. Um ambiente silencioso, como um quarto escuro durante a madrugada, é cheio de ruídos para os cães.
Os cães descendem dos lobos, e a separação se deu há tão pouco tempo que as duas espécies ainda podem cruzar e gerar descendentes. Mas as diferenças já são enormes. O cérebro do animal doméstico é, em média, 20% menor que o de seu ancestral. Talvez para sobreviver entre os homens eles não necessitem da astúcia de um lobo silvestre. De acordo com Alexandra Horowitz, a ideia de que o dono precisa mostrar que é uma espécie de macho alfa não faz sentido. Os cães também não formam matilhas. Não existe entre eles um macho dominante como há entre os lobos. Talvez o cão veja no homem um companheiro, e não necessariamente um chefe. O animal domesticado se tornou especialista nas reações humanas. Ele percebe o sentido pela entonação da voz e é capaz de diferenciar o elogio da reprimenda. Da mesma forma, ele olha para o rosto humano em busca de informações, orientações e segurança. No final, é mesmo o melhor amigo do homem.
Fique de olho no humor de seu animal doméstico
O caso é emblemático. Mudanças comportamentais são comuns em animais com dor. As dores crônicas são as maiores responsáveis, caso dos males ligados à idade, como câncer, hérnia de disco, artrose e nefropatia (a alteração da função dos rins). "A expectativa de vida de gatos e cachorros cresceu e eles estão pagando o preço, com o aumento da incidência de doenças relacionadas à idade avançada", diz Karina Yazbek, veterinária certificada pela Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED).
São considerados idosos os gatos com mais de 7 anos. Cães de pequeno porte se tornam senis aos 8 anos, e os de tamanho médio, aos 7. Já cachorros grandes envelhecem cedo, entre 5 e 6 anos. E vivem menos: aproximadamente 10 anos. Os outros têm expectativa de vida entre 13 e 20 anos. Gatos podem alcançar 15.
Leitura de sinais
A sinalização de dores é algo relativamente novo na vida dos animais, segundo explica Yazbek: trata-se de uma consequência da domesticação desses bichos pelo homem. Na natureza, para não se mostrar presa fácil, era preciso agir de forma contrária, camuflando fragilidades.
"Os gatos ainda preservam um pouco desse instinto de sobrevivência: você não vê um deles demonstrando dor quando está perto de cães", explica a veterinária Patrícia Flôr. "Por isso, é mais difícil perceber sintomas: os gatos se escondem no armário, debaixo da cama ou dentro do box do banheiro, porque é gelado e pode amortecer a região dolorida", complementa.
A auto-mutilação, um dos comportamentos adotados por cachorros com dor física, também pode estar atrelada a perturbações psicológicas. Animais que perdem seus donos, por exemplo, podem se lamber até gerar uma lesão no local alvejado."
A carência é causa de distúrbio psíquico: animais que se sentem abandonados chegam a se machucar na tentativa de atrair a atenção do dono", diz Yazbek. Por meio de exame físico, um veterinário pode averiguar se há algo no corpo do animal que o incomode a ponto de atrair lambidas ou se ele sofre de alguma neurose. Um raio-x na área também é recomendado.
- Tristeza, apatia e prostração
- Menor interação com o proprietário (não o recebe no portão, não quer brincar)
- Redução de mobilidade
- Diminuição do apetite
- Automutilação (fustigando alguma parte do corpo, como a pata)
- Ganidos e grunhidos (em caso de dor aguda, como a pós-operatória)
- Agressividade ou timidez (sinais opostos para expressar a dor)
- Respiração ofegante e batimentos cardíacos acelerados
- Insônia e cansaço
Cães
- Aumento da carência (ele quer chamar a atenção para mostrar que está mal)
- Não levantar a perna para urinar
Gatos:
- Redução dos hábitos de auto-higiene
- Aumento do isolamento
Fonte: Veja.com
Já massageou seu gato hoje?
Este é um procedimento que recomendo para todo dono de gato! A massagem presenteia o felino com momentos de prazer e de relaxamento.
Confiança e carinho
Durante a massagem, o gato associa o prazer que está sentindo com a presença, o cheiro e a voz do proprietário. Com o tempo, vai se deixando tocar em mais lugares, à medida que percebe não correr risco. Isso faz o gato confiar cada vez mais no dono e gostar cada vez mais dele.
Estresse e relaxamento
Uma massagem mais profunda é capaz de provocar um relaxamento ainda maior do que um simples carinho superficial. Mas, se o gato não estiver acostumado a esse tipo de interação, o efeito pode ser oposto, estressando-o ainda mais. Em situações tensas, portanto, só lance mão da massagem depois de o gato estar habituado a ser manipulado.
Incômodos e dores
Nossos bichos, infelizmente, não conseguem nos comunicar quando sentem dor. Para detectá-la, precisamos perceber sintomas como parar de comer, impaciência, agitação e, em alguns casos, agressividade.
Com os gatos essa percepção pode ser especialmente difícil, pois, instintivamente, eles disfarçam a dor e o desconforto para não mostrar fraqueza. O motivo é que ficam em situação de risco na natureza se os adversários perceberem que não estão bem ou que se encontram feridos.
Uma das técnicas dos médicos-veterinários para descobrir se o gato está sentindo dor é apalpá-lo. Ao ser pressionado no local dolorido, o gato tem reações que permitem saber da existência de problema e em qual região do corpo isso ocorre.
A limitação dessa técnica é não funcionar bem quando o gato está assustado, exatamente o que se espera que aconteça quando ele é apalpado por um desconhecido, fora de seu território.
Por meio de massagens diárias, podemos acostumar o gato à manipulação. Assim, será mais fácil submetê-lo a futuros exames. O proprietário conhecerá profundamente o corpo do gato, as reações típicas dele e os pontos mais sensíveis. Com essas informações, será possível dar uma importante ajuda ao médico-veterinário. O dono terá condições de fazer uma descrição precisa dos locais do corpo que, quando pressionados, fazem o gato reagir com sinais de dor. Também é esperado que o gato aceite com menos tensão o exame clínico do veterinário, pois estará acostumado a ser apalpado.
Como fazer a massagem
Existem várias técnicas para massagear gatos, descritas em livros, sites e DVDs, algumas, inclusive, patenteadas. Portanto, para quem quiser ir mais a fundo, há bastante conteúdo disponível por aí.
Mas não é preciso ser um expert para começar a usufruir os diversos benefícios da massagem animal. Seguindo algumas dicas gerais, você poderá praticar hoje mesmo em seu gato.
Tipo de massagem
Ao fazer carinho no gato, coloque um pouco mais de pressão nas mãos. Tente sentir o corpo do felino por baixo da pele - músculos, ossos e articulações. Concentre-se como se quisesse descobrir cada pedacinho dele, sem deixar despercebida qualquer parte do corpo.
Tempo, local e posição
É importante que o momento da massagem seja prazeroso, tanto para você quanto para o gato. Respeite, portanto, os limites dele. Aos poucos, ele aprenderá a relaxar e a confiar cada vez mais em você ao ser massageado.
Forçar o gato a aceitar uma massagem mais prolongada do que está disposto a aceitar ou querer que ele continue deitado contra a vontade costumam ser iniciativas contraproducentes. Não há problema se, no início, for preciso dividir a massagem em várias sessões, até conseguir que o gato seja massageado por inteiro.
Regiões sensíveis ou doloridas
Nunca inicie a massagem em uma parte do corpo que possa estar dolorida. Tome também muito cuidado ao manipular uma região sensível. Não é intuito da massagem causar dor, e sim prazer e relaxamento.
Se perceber que o gato está se sentindo incomodado ou se houver possibilidade de machucá-lo, não exagere na pressão. Procure conhecer até que limite ele a aceita tranquilamente. No futuro, uma mudança nesse limite poderá indicar um problema de saúde.
Quando começam a receber carinho ou a ser massageados, os gatos não costumam permitir que a região do abdômen seja tocada. Nesse caso, evita-se massagear a barriga do felino até que ele fique totalmente relaxado ao ser manipulado. Muitos donos só conseguem fazer isso depois de massagear o gato por meses!
Fonte: Cão Cidadão
Livros sobre cães e gatos divertem e ensinam a cuidar dos bichos

"Cuide Bem" - a série possui três volumes: "Gato", "Pássaro", e "Cachorro". Em cada livro, há idéias e sugestões para deixar o companheiro doméstico saudável e feliz. Dentre os conselhos estão como balancear a alimentação do animal, onde colocá-lo para dormir, brincadeiras, exercícios e dicas específicas para cada um deles.
"Astrocats" - de Julia Harris, é um guia prático e divertido que ajuda a conhecer melhor um gato com a ajuda da astrologia. No final do livro há um questionário para identificar o signo do gato e uma lista dos gostos e preferência dos bichanos, além de seus elementos e compatibilidade com outros signos. "Os Gatos Nem Sempre Caem em Pé" - de Erin Barrett e Jack Mingo, reúne mais de 500 histórias e informações curiosas sobre o mundo dos felinos. Há aventuras de personalidades e seus gatos famosos, dados científicos e históricos sobre facetas deste companheiro dos humanos.
"Quanto Mais eu Entendo os Homens, Mais eu Gosto do Meu Gato" - de Daisy Hay, compara homens e gatos de maneira bem-humorada. Dentre os aspectos em comum o livro cita que ambos possuem as costas peludas, dormem o dia inteiro, mas também há diferenças. Os gatos, por exemplo, nunca erram o local de urinar, e, quando ficam chatos, basta colocá-los para fora. Com os homens é diferente.

"Cachorro Magro" - Aprenda a alimentar corretamente o cachorro --para deixá-lo saudável e sempre disposto. Dê para o seu melhor amigo um corpinho magro e saudável e energia de sobra para brincar! Este livro, da editora Panda Books, é um guia prático e indispensável para quem quer deixar o bicho de estimação saudável e sarado. No livro, o leitor saberá qual é modo certo de alimentar o seu animalzinho, as principais diferenças entre os vários tipos de ração e os exercícios indicados para o emagrecimento. O livro traz ainda quadros e dicas sobre raças e nutrição.
"São Paulo Para Cães e Gatos" - Óculos de sol, panetone, festinhas de casamento, aulas de natação... Só mesmo uma cidade como a capital paulista poderia oferecer opções tão exóticas para cachorros e bichanos. Este guia, da editora Panda Books, reúne 116 endereços para o seu cachorro e seu gato. Descubra como lidar com um pet com problemas psicológicos, onde fazer um curso de gatoterapia e até as casas que oferecem especialidades veterinárias e terapias alternativas que vão da ortodontia à acupuntura.
Os livros podem ser encontrados na Livraria da Folha ou ainda pelo telefone 0800-140090.
BBC cria o maior zoológico online do mundo
É como um zôo, mas com algumas vantagens, para compensar a óbvia desvantagem da ausência real dos bichos: o leão nunca está dormindo naquela toca atrás da árvore no fundo da jaula; os animais pequenos são fotografados ou filmados com lentes de aumento; e os hábitos noturnos são capturados com câmeras infra-vermelhas (aquelas que enxergam tudo verde no escuro). 
Fonte: Estadão
Ah, se as pessoas soubessem...
Focinho úmido, geladinho,Focinho medroso ou metido,
Focinho manhoso, carinhoso,
Simples amigos focinhos;
Ah, se as pessoas tivessem ao menos um focinho,
Não sobre o próprio rosto,
Mas em carne, pêlo e osso,
Fonte pura de carinho;
Ah, se as pessoas protegessem os focinhos,
Focinhos que vivem sozinhos,
Amores desperdiçados, focinhos amargurados,
Focinhos pra todo lado;
Ah, se as pessoas conhecessem os focinhos,
Quanto amor, quanto carinho,
Anjos peludos, sem narizinhos,
Anjos fofos atrás de focinhos;
Ah, se eu pudesse ver todos os focinhos,
Amados e acolhidos,
Crianças da criação, anjos de bem querer,
Focinhos em plena evolução;
Ah, se as pessoas soubessem,
Quanto amor e dedicação,
Quanta vida, quanta paixão,
Quanto vale o amor de um cão
(Autoria desconhecida)
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Filme provoca público a agir contra a crise climática
A três meses da reunião que decidirá o futuro da humanidade, a 15ª Conferência do Clima, estreia o filme "A era da estupidez" (The Age of Stupid), um olhar crítico sobre a demora dos atuais governantes em lidar com a crise climática. Assista:
