segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Nota da WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal

O Instituto Ambiental Ecosul em parceria com a WSPA-Sociedade Mundial de Proteção Animal e o Blog Mãe de Cachorro criam a "RESA-Rede Catarinense de Solidarieade aos animais" com o objetivo de arrecadar donativos e adotar outras providências para amenizar na vida dos animais, o impacto da tragédia que se abate sobre Santa Catarina.

Todos os donativos, valores arrecadados e as ações planejadas e postas em prática, objetivam atender as principais necessidades das entidades, abrigos e ativistas independentes que atuam nas regiões atingidas, para socorro, assistência e manutenção dos animais.

Talvez o maior resultado desta ampla rede de solidariedade e apoio aos animais formada no Brasil, seja proporcionar uma profunda reflexão e mudança de cultura das autoridades e sociedade como um todo, relacionadas à consideração e respeito para com as demais formas de vida, não só nesta, mas em tragédias futuras, que rogamos a Deus não ocorram, mas que certamente ocorrerão.

É nosso dever legal e moral considerar os animais parte das vidas atingidas pelas tragédias e manter planos de contingência permanentes para resgate, assistência e minimização de seus sofrimentos.

Algumas informações importantes:
• A Defesa Civil vem alertando que pessoas inescrupulosas estão se utilizando da desgraça que se abate sobre SC para solicitar doações pela internet, principalmente em espécie, que não são destinadas aos atingidos, mas em proveito próprio.

• Serão cadastradas as principais organizações das regiões atingidas e repassadas informações sobre seu funcionamento e idoneidade, sempre que necessário.

• Para evitar pulverização ou concentração de doações em uma ou mais entidade ou localidade, em detrimento de outras, sempre que possível as doações sejam feitas ou pelo menos comunicadas à RESA, para controle e acompanhamento dos valores e quantidades e tipo de donativos recebidos.

• Sugerimos também que solicitantes de doações individuais sejam recomendados a se dirigirem à RESA para cadastramento como beneficiário do programa.

• As ongs cadastradas informarão suas principais carências, se possuem abrigos, quantidade de animais e estrutura disponível para socorro aos animais em suas regiões de atuação.

• Os abrigos também receberão a ajuda possível, porém é importante que as doações e assistência atinjam também, em alguns casos até preferencialmente os animais desassistidos nas ruas e outros locais e em domicilios abandonados pelas familias.

• Procuraremos obter informações sobre excedentes em alguma localidade e eventualmente sugerir o seu remanejamento para regiões onde estejam sendo necessitados.

• Para os interessados em ajudar com recursos em espécie, estamos divulgando a conta corrente 162.132-0 do BESC-Banco do Estado de Santa Catarina -Banco 027 - Agência 001 - Florianópolis/SC-CNPJ do Ecosul 04.682.569/0001-35 . Esta conta é institucional tendo como titular o Instituto Ambiental Ecosul e é movimentada conjuntamente por seu presidente Biólogo Luiz Batista Fontanela e seu Tesoureiro Azor El Achkar, Advogado e membro do Tribunal de Contas de SC.

• Estes recursos serão usados para despesas de transporte de equipes de veterinários, ativistas e donativos para socorro aos animais e aquisição de equipamentos, medicamentos e utensilios veterinários necessários às ações.

• Ao final da campanha, será publicado em jornais, sites, blogs e enviado por mala direta a todos a prestação de contas tanto doações em espécie quanto em alimentação e outros materiais.

• Eventuais sobras serão divididos entre as organizações cadastradas.

• As ONGs beneficiárias serão responsáveis pela comprovação da aplicação dos recursos materiais e em espécie recebidos.

• Já houve casos de pessoas comparecerem em locais divulgados para recepção de donativos e abandonarem animais, a exemplo do que ocorre sistematicamente em feiras de doação e endereços de ongs e voluntários. Por este motivo, A RESA embora possua locais de trânsito para recepção de donativos, solicita que os interessados contatem pelos telefones e e-mails abaixo se identificando, informando o tipo e o volume dos donativos, quando será indicado o local apropriado para recepção

• A WSPA está liberando recursos e enviando ao estado seu coordenador de ações em catástrofes com animais, Médico Veterinário Werner Payne, para se integrar às iniciativa das ongs regionais, avaliar in loco a situação, contatar com a Defesa Civil, autoridades veterinárias e sanitárias, visitar abrigos e outros locais de manutenção de animais e adotar e sugerir medidas para minimizar o impacto da tragédia na vida de humanos e animais.

• É importante lembrar que iremos depender da caridade, disposição e sensibilidades das pessoas comuns e autoridades para ajudar animais e não podemos gerar expectativas que venham ser frustradas. Mesmo que o resultado físico da mobilização não seja o esperado, terá valido pela união de esforços e mobilização solidária em rede nacional e internacional.

• Todas as ONGs e abrigos destas regiões foram atingidos de alguma forma. Em situação de normalidade, estas instituições e iniciativas independentes já enfrentam dificuldades de toda ordem, principalmente de mão de obra e financeiras. Quando atingidas por uma tragédia destas proporções, suas capacidades de atuação ficam ainda mais comprometidas, quando não são completamente anuladas.

• Por isto, é importante ressaltar que não há condições de recolhimento indiscriminado de animais. As ações se concentrarão no atendimento veterinário básico, alimentação e fornecimento de água onde os animais forem localizados e objetivam garantir a sobrevivência destes até que a situação se normalize e as famílias daqueles que tiverem donos possam reencontrá-los.

• Aqueles que estiverem em local isolado, na medida do possível serão deslocado para áreas mais adequados e com acesso para os voluntários poderem lhes alimentar sistematicamente.

• Os animais cujo atendimento não possa ser realizado no local, serão encaminhados para assistência em uma clínica veterinária parceira da entidade regional.

• A RESA se agrega às demais entidades e iniciativas em desenvolvimento e não pretende anular eventuais ações e doações diretas, mas apenas evitar desperdício de esforços e recursos, proporcionar relativa segurança aos voluntários, doadores e beneficiários e elaborar um planejamento e organização básicos, agilizado as ações de forma a garantir que alguma ajuda chegue ao maior número possível de animais em dificuldade nas localidades atingidas com a urgência que a situação exige.

CONTATOS:

• Halem Nery: E-mail halemecosul@gmail.com - Fone/Fax: 48-3269.8645 - Cel. 9969.4660
• Ana Corina: E-mail anacorina@maedecachorro.com.br
• Paulo Witoslawski: paulorw@intercorp.com.br - Fone 48-9978.8858

ALGUMAS NECESSIDADES IDENTIFICADAS:

- Vacinas contra leptospirose, raiva, antibióticos, sarnicidas, anestésicos, seringas, agulhas ...
- Máscaras e luvas descartáveis
- Ração para cães, gatos, cavalos e bois
- Água potável em embalagens de 5 litros
- Coleiras e correntes para cães
- Casas e Caixas de transporte para cães e gatos
- Material de higiene e desinfecção de instalações e dos animais
- Cobertores e toalhas
- Potes para alimentação e água

ENTIDADES E ATIVISTAS INDEPENDENTES JÁ CADASTRADOS NA RESA PARA RECEBER APOIO:
- Abrigo Animal: Joinville
- Amigo Cão: Joinville
- AJAPRA: Jaraguá do Sul
- Amigo Fiel: Jaraguá do Sul
- APRABLU: Blumenau
- Focinho Feliz: Blumenau
- Proteção Animal: Itajaí
- Viva Bicho: Balneário Camboriú
- Amigo Bicho: Itapema
- Associação de Proteção aos Animais: Porto Belo
- Ativistas Independentes de Navegantes, Porto Belo e Biguaçú
- Canis da Olga e da Kátia: Florianópolis
- APRAP: Palhoça
- São Francisco de Assis: Palhoça
- Fundo Vira-lata: Garopaba

APRABLU e os animais afetados pelas chuvas em S.C.

A APRABLU está recebendo muitos e-mails para saber da situação dos animais de Blumenau e não está conseguindo responder a todos. Pedimos sua compreensão.
Até momento que este aviso foi escrito, não sabemos a quantidade de animais necessitados por causa da inacessibilidade para os bairros que muito foram atingidos.
As águas que entraram na cidade já baixaram, porém no caso de Blumenau o grande problema foi o deslizamento generalizado que destruiu casas de vários morros da cidade.
Só na cidade de Blumenau mais de 25 mil famílias estão distribuídas por 60 abrigos improvisados, então podemos imaginar o número de animais que foram deixados para trás.
Pequenas cidades vizinhas que não possuem ONG protetora de animais serão ajudadas assim que tivermos acesso e mantimentos suficientes para levar aos animais necessitados.
As famílias desabrigadas estão recebendo ajuda do Brasil inteiro, sabemos que para algumas quase nada vai tirar a tristeza da perda do lar ou de um ente querido. Mas para muitas famílias, rever um animal que se tinha como perdido ou morto será um grande alento, principalmente para as crianças que logo terão um humilde NATAL.

Se você quer nos ajudar:

APRABLU - Associação Protetora de Animais de Blumenau.
CNPJ: 03.585.420/0001-75
Fundada em 14 de setembro de 1999.
Utilidade Pública - Lei 5980/02 - 30/08/2002.

Depósitos ou transferências:


BANCO: BESC
AGÊNCIA: 003
CONTA CORRENTE: 119.206-8
CIDADE: BLUMENAU/SC
APRABLU - Associação Protetora de Animais de Blumenau.

OBS: Parece que algumas pessoas estão conseguindo enviar pacotes de ração junto com os caminhões de coleta que a defesa civil está organizando em sua cidade.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Natalie Imbruglia posa em campanha contra peles

A atriz e cantora posou para uma campanha da PETA, ONG de proteção dos animais, contra o uso de casacos de pele. Segurando um coelho sobre seu peito nu, Natalie está ao lado da seguinte frase: "Tente dizer a ele que é apenas um pedaço de pele". "Qualquer pessoa que veste pele divide a culpa pela tortura e pelas mortes pavorosas de milhões de animais todos os anos", disse a atriz.

Hipopótamo domesticado vira atração turística em Camarões


Boa parte dos turistas que viajam à África procura os safáris para ter contato, mesmo que de longe, com animais selvagens de todo o tipo. Mas quem nunca imaginou poder fazer carinho, brincar e até montar em um hipopótamo? Pois é, o pescador camaronês Liman Boucar Souaibou conseguiu. Há 16 anos, o pescador domesticou a fêmea das fotos abaixo, que ganhou o nome de África, e virou atração turística na cidade de Garoua, no norte dos Camarões. Para brincar com África, porém, é preciso ter coragem. Ela pesa quatro toneladas.





Fonte: Época

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Luxo é defender o Planeta!

Os atores Ricardo Pereira, Danielle Suzuki, Ana Sophia Folch e Paulo Zulu posaram nus para o ensaio da campanha “Luxo é defender o planeta”, promovida pela revista Criativa. E as causas são várias.

Daniele Suzuki aderiu a campanha em nome da Praia de Ipanema no Rio de Janeiro. A atriz teme que a praia desapareça com o aquecimento global e o aumento do nível dos mares.

Ricardo Pereira tirou a foto usando um catavento, em defesa do uso de fontes de energia renovável.

Paulo Zulu quer barrar os pescadores que fazem a pesca com rede e são uma ameaça para várias espécies. Ele protesta: “É um absurdo o que os barcos industriais estão fazendo na nossa costa”.

Já a atriz Ana Sophia Folch luta em proteção aos animais que morrem para virarem casacos de pele. "Prefiro ficar nua a usar esse tipo de roupa", declara.

Fonte: ClicRBS

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Uma hora volta para você!

Pingüim troca família por bicho de pelúcia de R$ 13

Um pingüim do zoológico britânico de Torquay, em Devon, trocou sua família por um animal de pelúcia que custa 4 libras (cerca de R$ 13,4) na loja de souvenir do próprio zôo.
A separação foi necessária porque um dos irmãos de Pingu roubava sua comida, fazendo assim com que o animal perdesse peso e ficasse fraco.
Solitário e com apenas três semanas de vida, ele ganhou o bicho de pelúcia de quem não se separa, segundo o jornal “Daily Mail”.


Fonte: G1

A crise chega ao mundo animal

Segundo entidades de proteção aos animais em Taiwan, a crise financeira mundial está gerando um aumento no abandono de cães no país e uma superlotação dos abrigos como esse abaixo, que recebeu 300 cachorros. Com o crescimento do desemprego e a queda do valor das ações, muitas pessoas estão achando que abandonar o seu bichinho de estimação é uma forma de cortar as despesas.


Órfão de guerra

Não são apenas as pessoas que sofrem perdas na guerra. Este simpático filhote de chimpanzé perdeu a mãe na guerra civil que está acontecendo na República Democrática do Congo. O soldado que o carrega resolveu ficar com o animal depois que teve de matar sua mãe para alimentar a tropa. No entanto, pretende vender o bebê. Esperamos que para um bom pai adotivo.


Fonte: Época

Enquete da Câmara dos Deputados sobre circos

MUITO IMPORTANTE!!

http://www.petitiononline.com/plcircos/

É de extrema importância nossa manifestação nessa enquete da Câmara Federal, visto que é lá que está tramitando o PL de Circos, onde, inclusive, já foi criada uma frente parlamentar para defender o crime e trabalhar contra os animais.
Quando a página abrir, corra a barra lateral e mais abaixo, à direita está a enquete.

http://www2.camara.gov.br/comissoes/blog-da-comissao-de-educacao-e-cultura/

Participe. A minha resposta é NÃO!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Família diferente


Imaginem a cena: uma bezerra órfã escolheu como mãe adotiva uma cadela da raça buldog. Impossível? Que nada! Isso aconteceu em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Um amor que nem a natureza consegue explicar, mas que chama a atenção de todos. “Isso foi espontâneo. A gente não forçou nada”, disse o dono dos animais, Luiz Antônio. O veterinário José Takait Sato explicou que isso ocorre quando as fêmeas, que não tiveram filhotes, sentem a necessidade de serem mães.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Dicas para adestramento de filhotes

Filhotes de cachorro e bebês têm muito em comum: ambos necessitam de cuidado constante, precisam ser pegos no colo e também necessitam de horários regulares. A vantagem que um cachorrinho tem sobre um bebê é que ensinar boas maneiras leva muito menos tempo, se você fizer da maneira correta.
Hora do rango
Uma parte importante do adestramento de um filhote - ou de um cachorro adulto - é o horário da alimentação.
Como o adestramento mexe no controle de tudo o que vem do cão, faz sentido começar a regular tudo. Quando você leva seu cão para casa, ele pode ter de 7 a 10 semanas de vida. Um filhote cresce rápido; um cachorro de porte médio vai de um filhote de 900 g a um adulto de 9 kg em 6 ou 8 meses. Por isso, precisa comer 3 refeições diárias. Não é de se surpreender que a dieta precisa fornecer duas vezes mais energia do que a de um cão adulto. Isso significa que os filhotes só devem ser alimentados com rações de alta qualidade, especialmente formuladas para cães em crescimento.

Eles devem ter uma alimentação consistente e horários de exercícios, que se encaixem nas necessidades do animal e nas de sua família.

Não é uma boa idéia alimentar seu cão livremente, deixando comida o tempo todo. Isso não só faz o adestramento se tornar impossível, como também pode deixar seu cão gordo. Um filhote roliço pode parecer bonitinho, mas estará mais propenso a problemas no esqueleto durante o crescimento, especialmente se for de raças maiores. Então, pergunte ao veterinário de quanta comida o filhote precisa por dia e divida-a em três porções.

Se seu filhote de chihuahua precisa de uma xícara de ração por dia, dê-lhe três refeições de 1/3 de xícara.

Adestramento do banheiro

Aqui está uma agenda modelo para adestrar um filhote. Ela também se aplica bem a cães mais velhos.
  • Às 6 horas da manhã, leve o filhote para fora do canil e carregue-o até o lado de fora, para evacuar. Leve-o para dentro outra vez, dê 1/3 de sua comida diária, aguarde 20 min e leve-o para fora outra vez. Elogie-o quando fizer as necessidades e coloque-o para dentro em pouco tempo. Coloque-o no canil para que descanse sem perturbações, enquanto a família se prepara para trabalhar e ir à escola. A última pessoa a sair deve colocar o filhote para fazer as necessidades mais uma vez
  • A próxima vez deve ser em torno de meio-dia. Um cãozinho não desenvolve o controle completo da bexiga antes dos seis meses. Então, é absolutamente necessário que um cão jovem faça um passeio nesse horário. É também um bom horário para a segunda refeição. Se você não puder estar em casa, veja se consegue um vizinho ou uma babá para fazer isso. Repita o ritual da manhã: tire seu cão do canil, elogie-o pela eliminação, dê-lhe comida e faça outra jornada 20 min após a refeição

  • Na hora do jantar, quando todos estão em casa, repita a rotina da tarde. Esse também pode ser um bom horário para uma caminhada com a guia. Deixe o cão se divertir com a família durante a noite, mas esteja certo de que ele está sempre sob supervisão. Lembre-se de que brincar, comer ou beber vai estimular o reflexo de eliminar. Sendo assim, certifique-se de levar o cão para fora depois de qualquer uma dessas atividades. Leve-o para fora mais uma vez antes de dormir. Então, coloque-o no canil.

Quebrando a rotina

Uma vez que você começou a formar os hábitos de banheiro do seu cão, você precisará concentrar-se em outro aspecto importante do adestramento: fazer com que seu cachorro respeite seus pertences. Mais uma vez, você quer criar um ambiente que faça o sucesso fácil e o fracasso difícil.
Primeiro, use o bom senso: coloque de lado tudo o que você não quer que seu cão mastigue. Nunca lhe dê roupas ou sapatos para brincar, a não ser que você queira que seu guarda-roupa vire alvo de brincadeiras. Seu cão não sabe distinguir entre o que pode ser usado e o que está fora dos limites.

Faça um rodízio dos brinquedos, de modo que o cão não enjoe deles - coloque os objetos quebráveis onde não puderem ser derrubados por esbarrões acidentais ou golpeados por um rabinho abanando. Quando você não puder supervisionar o filhote, sempre prenda-o no canil ou confine-o em uma área segura, como a cozinha ou a lavanderia.

Corrija os comportamentos indesejáveis de modo rápido, claro e sucinto - sempre reforce positivamente o comportamento adequado, com elogios e carinhos. Em geral, você deve reagir ao mau comportamento com uma dessas três maneiras: ignorando, interrompendo ou redirecionando.Ignorar seu cão é uma repreensão social e deixa-o saber que seu comportamento não é aceitável em grupos educados.

Dê um gelo em seu cão como parte de uma correção imediata em um comportamento inadequado, mas mantenha isso por 10 a 15 min. Mais do que isso, seu cão já se esquecerá do que aconteceu.Interromper o comportamento ajuda a parar com o hábito e encoraja o cão a tentar outra estratégia. A interrupção funciona melhor quando é inesperada. Caso contrário, pode se incluir como parte do ciclo de comportamentos indesejados.

Se seu cão late todo dia para o carteiro às 14 h, e a sua reação é ir até a caixa postal e pegar sua correspondência, depois de alguns dias seu cão esperará que você faça isso e continuará latindo. A idéia é arrumar interrupções para que o cão não saiba quando está chegando. Desse jeito, a correção se torna associada ao comportamento e não a você.

O redirecionamento é uma técnica mais avançada e só deverá ser usada quando seu cão aprendeu o vocabulário básico de comandos como "senta", "deita", "saia", 'espere", "deixe isso" e "solta". Quando seu cão gravar esses comandos, você pode usá-los para acabar com comportamentos indesejáveis. Então, quando seu cão começar a pular, você pode dizer "senta" ou "saia". Quando ele olhar para seu sapato como um brinquedo, você pode dizer para largá-lo. Se já estiver na boca, diga "solte".

O que é maravilhoso no redirecionamento e em um cão adestrado para ser obediente é que a punição quase nunca é necessária. Você dá o comando, o cão responde e você o elogia. É uma situação em que ambos ganham: o comportamento indesejável pára.

Fonte: UOL

Papagaio e cão participam na Tailândia de ato pela paz


Keow Wan, um papagaio de quatro meses, senta-se sobre o cão Yim (que significa 'sorriso' em tailandês), durante ato pela paz na Praça Real de Bangcoc, capital da Tailândia, quarta-feira passada(22). Os donos dos animais vestiram-nos com a intenção de trazer alegria e felicidade para todos que vissem o par.
Fonte: G1

Tigre branco divide a mesma jaula com dálmata

O tigre branco Bombay, de um ano de idade, brinca com o dálmata Jack, de quatro anos, no Circo William, em Berlim (Alemanha). Os dois animais vivem pacificamente juntos na mesma jaula faz alguns meses
(Foto: Pawel Kopczynski/Reuters)
Fonte: G1

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Dicas de primeiros-socorros para cães e gatos

Acidentes domésticos com cães e gatos podem ser mais comuns do que se imagina. Além de quedas e atropelamentos, objetos pontiagudos e cortantes podem representar uma armadilha para animais de estimação.

Em filhotes, especialistas ressaltam a importância do cuidado com a ingestão de pequenos objetos. Vale lembrar também o perigo das queimaduras, choques elétricos e intoxicação. De acordo com a veterinária Denise Saretta Schwartz, do Hospital Veterinário da Universidade de São Paulo e professora doutora do departamento de clínica médica da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, os primeiros cuidados com um animal acidentado devem ser simples. “Em muitos casos é importante o uso do bom senso. Depois do primeiro atendimento é fundamental levar o animal a um veterinário, de preferência tendo ligado antes para que o veterinário se prepare para um atendimento específico”, afirma Denise.

A prevenção também pode ser uma ótima saída para evitar seqüelas ao seu pet. Segundo o veterinário José Alfredo Dallari Junior, integrante do Projeto Veterinário Solidário da ONG Arca Brasil - Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal, deve-se evitar objetos pequenos ao alcance dos animais para que não sejam engolidos.

“É importante ter cuidado com varas de pesca e venenos para controle de ratos em locais de fácil acesso. No caso de gatos, que são escaladores, deve-se ter cuidado com janelas e objetos de vidro colocados sobre os móveis da casa”, afirma Dallari Junior. Vale lembrar que em casos de fraturas, o dono do animal não deve movimentá-lo e deve chamar imediatamente o atendimento médico.

O gato Homero, de 8 anos, foi recolhido das ruas de São Paulo há três anos. Há cerca de três meses, ele teve um ferimento na orelha causado, possivelmente, por um atropelamento. O gato foi encaminhado ao veterinário rapidamente e teve que tomar oito pontos no ferimento. Para evitar que Homero coçasse o local, ele utilizou um capacete durante cerca de um mês. Homero foi tratado ainda com uma pomada repelente, para evitar o contato de moscas com o ferimento.

Depois de ferimento na orelha, Homero teve que usar capacete para não coçar local

Queimaduras
Em caso de queimadura por fogo, Denise orienta que o dono abafe as chamas com o auxílio de cobertores. Em seguida, devem ser colocadas compressas frias no local queimado. Jamais aplique pomadas ou pasta de dente na queimadura e encaminhe o animal rapidamente para o veterinário, com uma toalha molhada no local na queimadura. É importante que o dono não tente remover a pele queimada sozinho.

Choque elétrico
Choques elétricos são comuns, principalmente em época de natal, por conta das luzes que enfeitam as casas. Em caso de choque, não toque no animal para não levar um choque também. Se possível, tire o fio da tomada ou utilize um pedaço de madeira para afastar o animal do local do choque. Não dê nenhum medicamento ao cão ou gato e o encaminhe a um veterinário.

Plantas
A ingestão de algumas espécies de plantas pode causar irritação na mucosa dos animais. Quando ocorrem acidentes como esse, o dono não deve provocar o vômito no animal e nem dar medicamentos. Caso o animal esteja salivando, a orientação é dar água e lavar a boca do animal com água corrente. Ao levar seu pet para o veterinário, não se esqueça de levar a planta que causou irritação para facilitar o diagnóstico.

Produtos químicos
Lesões por produto de limpeza que caem sobre o animal podem causar queimaduras. Nesse caso, lave o local com água corrente fria por cerca de 15 minutos. Se o produto cair no olho do animal, o dono deve lavar o local com água corrente e solução fisiológica. Produtos em pó devem ser protegidos dos olhos, fucinho e boca do animal, e a maior parte possível do produto deve ser retirada pelo dono com um pano. Para agentes em pó, não molhe a boca do animal para evitar a absorção do produto e encaminhe o pet ao veterinário.
Em caso de ingestão de qualquer tipo de medicamento, o dono deve levar o animal para veterinário o mais rápido possível, junto com a caixa do produto.

Medicamentos

Em caso de ingestão de qualquer tipo de medicamento, o dono deve levar o animal para veterinário o mais rápido possível, junto com a caixa do produto.

Chocolate
O consumo de chocolate, segundo especialistas, pode intoxicar o animal mesmo em pequenas quantidades - chocolate meio-amargo apresenta maior concentração da substância que pode intoxicar. Portanto, evite dar chocolate ao seu cão. Caso o animal coma o alimento e fique agitado ou tenha vômitos, ele deve ser levado para o veterinário imediatamente.

Picada de inseto
Em caso de picada de inseto, o local deve receber compressa fria e com gelo para diminuir a absorção do veneno do inseto. É importante não dar medicamento, nem tentar arrancar o ferrão. O animal deve ser levado ao veterinário.


Fonte: G1