" Recolha um animal de rua, dê-lhe de comer e ele não lhe molestará. Eis a diferença fundamental entre o animal e o homem. "
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Biólogo cria livro que responde às mais curiosas dúvidas do mundo dos bichos
Você já se perguntou se as zebras são pretas com listras brancas ou brancas com listras pretas? Ou por que os morcegos dormem de cabeça para baixo? Cansado de ouvir essas perguntas e muitas outras dos visitantes do Zoológico de São Paulo, onde trabalha há oito anos, o biólogo Guilherme Domenichelli lança neste mês o livro Girafa tem torcicolo? E outras perguntas divertidas do mundo animal (Panda Books, 43 páginas). Nele, o especialista responde a diversas questões sobre os animais em textos acompanhados de divertidas ilustrações (confira abaixo alguns trechos do livro). Em entrevista a ÉPOCA , o autor falou de seu projeto e contou por que as girafas são seus animais favoritos.

ÉPOCA – Quais são as dúvidas mais freqüentes dos visitantes do zoológico?
Guilherme – Eu escuto de tudo, desde perguntas básicas, do tipo “elefante bebe água pela tromba?”, até coisas mais criativas, sobretudo das crianças.
ÉPOCA – Mas o elefante bebe água pela tromba?
Guilherme – Não. A tromba é um prolongamento do nariz dele. Os elefantes podem sugar com a tromba até oito litros de água, para esguichar na boca ou no corpo, para se refrescar.

ÉPOCA – Quais são as dúvidas mais freqüentes dos visitantes do zoológico?
Guilherme – Eu escuto de tudo, desde perguntas básicas, do tipo “elefante bebe água pela tromba?”, até coisas mais criativas, sobretudo das crianças.
ÉPOCA – Mas o elefante bebe água pela tromba?
Guilherme – Não. A tromba é um prolongamento do nariz dele. Os elefantes podem sugar com a tromba até oito litros de água, para esguichar na boca ou no corpo, para se refrescar.

Guilherme Domenichelli e um leão marinho
ÉPOCA – O título traz uma pergunta sobre as girafas. Por que você escolheu esse animal para ilustrar a capa?
Guilherme - A girafa é um dos animais de que mais gosto, porque tem muitas curiosidades a seu respeito. Elas possuem uma língua de até 43 centímetros, para comer folhas nas árvores. Imagina essa língua? Muitos também pensam que as girafas nunca deitam, mas elas podem deitar para dormir dobrando as pernas. No entanto, nunca apóiam a cabeça no chão. Girafa com pescoço no chão é sinal de doença. Diferente do que muitos acreditam, elas não são mudas, só emitem sons bem baixinhos. Já dor de garganta, isso nunca foi visto, o que é bom, pois enrolar um cachecol não ia ser fácil (risos).
ÉPOCA – Que animais costumam despertar maior curiosidade nas pessoas?
Guilherme – Existem muitos mitos em torno de alguns bichos. O lobo, por exemplo, teve a fama de ser malvado inventada na Europa durante a Idade Média, com o surgimento de histórias como “Os três porquinhos” e “Chapeuzinho vermelho”. Os lobos costumavam atacar rebanhos e galinheiros, então criaram essas histórias para as pessoas sentirem ódio deles e exterminá-los. Infelizmente, por causa disso, os lobos acabaram desaparecendo em diversos lugares. A história de eles uivarem para a lua também é um mito. Na verdade, eles uivam para demarcar o terreno.
Guilherme - A girafa é um dos animais de que mais gosto, porque tem muitas curiosidades a seu respeito. Elas possuem uma língua de até 43 centímetros, para comer folhas nas árvores. Imagina essa língua? Muitos também pensam que as girafas nunca deitam, mas elas podem deitar para dormir dobrando as pernas. No entanto, nunca apóiam a cabeça no chão. Girafa com pescoço no chão é sinal de doença. Diferente do que muitos acreditam, elas não são mudas, só emitem sons bem baixinhos. Já dor de garganta, isso nunca foi visto, o que é bom, pois enrolar um cachecol não ia ser fácil (risos).
ÉPOCA – Que animais costumam despertar maior curiosidade nas pessoas?
Guilherme – Existem muitos mitos em torno de alguns bichos. O lobo, por exemplo, teve a fama de ser malvado inventada na Europa durante a Idade Média, com o surgimento de histórias como “Os três porquinhos” e “Chapeuzinho vermelho”. Os lobos costumavam atacar rebanhos e galinheiros, então criaram essas histórias para as pessoas sentirem ódio deles e exterminá-los. Infelizmente, por causa disso, os lobos acabaram desaparecendo em diversos lugares. A história de eles uivarem para a lua também é um mito. Na verdade, eles uivam para demarcar o terreno.
ÉPOCA – Qual foi a pergunta mais estranha que você já ouviu?
Guilherme – Já ouvi coisas muito curiosas, de crianças e de adultos. Tem um dito popular do “abraço do tamanduá”, de que ele abraça para se defender. Uma vez disse que o tamanduá, na realidade, se apóia nas patas traseiras para, com as garras das patas dianteiras, atacar o predador, porque ele é o único mamífero sem dentes . Então, uma senhora disse: “não, você está errado. Eu já vi, ele abraça a pessoa, introduz a língua pelo nariz e suga o cérebro.” Não tive como contra argumentar! Mas existem também questões que nem os biólogos sabem a resposta. Por exemplo, para que as girafas têm aqueles dois chifrinhos, ou as “anteninhas”, como as crianças falam? Ninguém sabe. É um mistério da natureza.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Procura-se pelos donos!
Recebi e estou repassando!
Olá, pessoal! Como sabemos, após a enchente, apareceram pela cidade vários bichos perdidos. Ontem, sábado, umas 11h da manhã encontrei o cachorro da foto em anexo no início da rua Itajaí, perto do Hospital Santo Antônio. Ele é bem bonzinho e parece bem tratado. Estava sozinho, andando na calçada. Levei embora pq poderia ser atropelado. Estava sem coleira, mas tinha enfeites na orelha (orelhona). Quem souber de alguém que tenha perdido um cocker, peça pra entrar em contato comigo, pelo telefone 9911-4520.
Um abraço a todos. Ju.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Nota da WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal
O Instituto Ambiental Ecosul em parceria com a WSPA-Sociedade Mundial de Proteção Animal e o Blog Mãe de Cachorro criam a "RESA-Rede Catarinense de Solidarieade aos animais" com o objetivo de arrecadar donativos e adotar outras providências para amenizar na vida dos animais, o impacto da tragédia que se abate sobre Santa Catarina.
Todos os donativos, valores arrecadados e as ações planejadas e postas em prática, objetivam atender as principais necessidades das entidades, abrigos e ativistas independentes que atuam nas regiões atingidas, para socorro, assistência e manutenção dos animais.
Talvez o maior resultado desta ampla rede de solidariedade e apoio aos animais formada no Brasil, seja proporcionar uma profunda reflexão e mudança de cultura das autoridades e sociedade como um todo, relacionadas à consideração e respeito para com as demais formas de vida, não só nesta, mas em tragédias futuras, que rogamos a Deus não ocorram, mas que certamente ocorrerão.
É nosso dever legal e moral considerar os animais parte das vidas atingidas pelas tragédias e manter planos de contingência permanentes para resgate, assistência e minimização de seus sofrimentos.
Algumas informações importantes:
• A Defesa Civil vem alertando que pessoas inescrupulosas estão se utilizando da desgraça que se abate sobre SC para solicitar doações pela internet, principalmente em espécie, que não são destinadas aos atingidos, mas em proveito próprio.
• Serão cadastradas as principais organizações das regiões atingidas e repassadas informações sobre seu funcionamento e idoneidade, sempre que necessário.
• Para evitar pulverização ou concentração de doações em uma ou mais entidade ou localidade, em detrimento de outras, sempre que possível as doações sejam feitas ou pelo menos comunicadas à RESA, para controle e acompanhamento dos valores e quantidades e tipo de donativos recebidos.
• Sugerimos também que solicitantes de doações individuais sejam recomendados a se dirigirem à RESA para cadastramento como beneficiário do programa.
• As ongs cadastradas informarão suas principais carências, se possuem abrigos, quantidade de animais e estrutura disponível para socorro aos animais em suas regiões de atuação.
• Os abrigos também receberão a ajuda possível, porém é importante que as doações e assistência atinjam também, em alguns casos até preferencialmente os animais desassistidos nas ruas e outros locais e em domicilios abandonados pelas familias.
• Procuraremos obter informações sobre excedentes em alguma localidade e eventualmente sugerir o seu remanejamento para regiões onde estejam sendo necessitados.
• Para os interessados em ajudar com recursos em espécie, estamos divulgando a conta corrente 162.132-0 do BESC-Banco do Estado de Santa Catarina -Banco 027 - Agência 001 - Florianópolis/SC-CNPJ do Ecosul 04.682.569/0001-35 . Esta conta é institucional tendo como titular o Instituto Ambiental Ecosul e é movimentada conjuntamente por seu presidente Biólogo Luiz Batista Fontanela e seu Tesoureiro Azor El Achkar, Advogado e membro do Tribunal de Contas de SC.
• Estes recursos serão usados para despesas de transporte de equipes de veterinários, ativistas e donativos para socorro aos animais e aquisição de equipamentos, medicamentos e utensilios veterinários necessários às ações.
• Ao final da campanha, será publicado em jornais, sites, blogs e enviado por mala direta a todos a prestação de contas tanto doações em espécie quanto em alimentação e outros materiais.
• Eventuais sobras serão divididos entre as organizações cadastradas.
• As ONGs beneficiárias serão responsáveis pela comprovação da aplicação dos recursos materiais e em espécie recebidos.
• Já houve casos de pessoas comparecerem em locais divulgados para recepção de donativos e abandonarem animais, a exemplo do que ocorre sistematicamente em feiras de doação e endereços de ongs e voluntários. Por este motivo, A RESA embora possua locais de trânsito para recepção de donativos, solicita que os interessados contatem pelos telefones e e-mails abaixo se identificando, informando o tipo e o volume dos donativos, quando será indicado o local apropriado para recepção
• A WSPA está liberando recursos e enviando ao estado seu coordenador de ações em catástrofes com animais, Médico Veterinário Werner Payne, para se integrar às iniciativa das ongs regionais, avaliar in loco a situação, contatar com a Defesa Civil, autoridades veterinárias e sanitárias, visitar abrigos e outros locais de manutenção de animais e adotar e sugerir medidas para minimizar o impacto da tragédia na vida de humanos e animais.
• É importante lembrar que iremos depender da caridade, disposição e sensibilidades das pessoas comuns e autoridades para ajudar animais e não podemos gerar expectativas que venham ser frustradas. Mesmo que o resultado físico da mobilização não seja o esperado, terá valido pela união de esforços e mobilização solidária em rede nacional e internacional.
• Todas as ONGs e abrigos destas regiões foram atingidos de alguma forma. Em situação de normalidade, estas instituições e iniciativas independentes já enfrentam dificuldades de toda ordem, principalmente de mão de obra e financeiras. Quando atingidas por uma tragédia destas proporções, suas capacidades de atuação ficam ainda mais comprometidas, quando não são completamente anuladas.
• Por isto, é importante ressaltar que não há condições de recolhimento indiscriminado de animais. As ações se concentrarão no atendimento veterinário básico, alimentação e fornecimento de água onde os animais forem localizados e objetivam garantir a sobrevivência destes até que a situação se normalize e as famílias daqueles que tiverem donos possam reencontrá-los.
• Aqueles que estiverem em local isolado, na medida do possível serão deslocado para áreas mais adequados e com acesso para os voluntários poderem lhes alimentar sistematicamente.
• Os animais cujo atendimento não possa ser realizado no local, serão encaminhados para assistência em uma clínica veterinária parceira da entidade regional.
• A RESA se agrega às demais entidades e iniciativas em desenvolvimento e não pretende anular eventuais ações e doações diretas, mas apenas evitar desperdício de esforços e recursos, proporcionar relativa segurança aos voluntários, doadores e beneficiários e elaborar um planejamento e organização básicos, agilizado as ações de forma a garantir que alguma ajuda chegue ao maior número possível de animais em dificuldade nas localidades atingidas com a urgência que a situação exige.
CONTATOS:
ALGUMAS NECESSIDADES IDENTIFICADAS:
- Vacinas contra leptospirose, raiva, antibióticos, sarnicidas, anestésicos, seringas, agulhas ...
- Máscaras e luvas descartáveis
- Ração para cães, gatos, cavalos e bois
- Água potável em embalagens de 5 litros
- Coleiras e correntes para cães
- Casas e Caixas de transporte para cães e gatos
- Material de higiene e desinfecção de instalações e dos animais
- Cobertores e toalhas
- Potes para alimentação e água
ENTIDADES E ATIVISTAS INDEPENDENTES JÁ CADASTRADOS NA RESA PARA RECEBER APOIO:
- Abrigo Animal: Joinville
- Amigo Cão: Joinville
- AJAPRA: Jaraguá do Sul
- Amigo Fiel: Jaraguá do Sul
- APRABLU: Blumenau
- Focinho Feliz: Blumenau
- Proteção Animal: Itajaí
- Viva Bicho: Balneário Camboriú
- Amigo Bicho: Itapema
- Associação de Proteção aos Animais: Porto Belo
- Ativistas Independentes de Navegantes, Porto Belo e Biguaçú
- Canis da Olga e da Kátia: Florianópolis
- APRAP: Palhoça
- São Francisco de Assis: Palhoça
- Fundo Vira-lata: Garopaba
APRABLU e os animais afetados pelas chuvas em S.C.
A APRABLU está recebendo muitos e-mails para saber da situação dos animais de Blumenau e não está conseguindo responder a todos. Pedimos sua compreensão.Até momento que este aviso foi escrito, não sabemos a quantidade de animais necessitados por causa da inacessibilidade para os bairros que muito foram atingidos.
As águas que entraram na cidade já baixaram, porém no caso de Blumenau o grande problema foi o deslizamento generalizado que destruiu casas de vários morros da cidade.
Só na cidade de Blumenau mais de 25 mil famílias estão distribuídas por 60 abrigos improvisados, então podemos imaginar o número de animais que foram deixados para trás.
Pequenas cidades vizinhas que não possuem ONG protetora de animais serão ajudadas assim que tivermos acesso e mantimentos suficientes para levar aos animais necessitados.
As famílias desabrigadas estão recebendo ajuda do Brasil inteiro, sabemos que para algumas quase nada vai tirar a tristeza da perda do lar ou de um ente querido. Mas para muitas famílias, rever um animal que se tinha como perdido ou morto será um grande alento, principalmente para as crianças que logo terão um humilde NATAL.
Se você quer nos ajudar:
APRABLU - Associação Protetora de Animais de Blumenau.
CNPJ: 03.585.420/0001-75
Fundada em 14 de setembro de 1999.
Utilidade Pública - Lei 5980/02 - 30/08/2002.
Depósitos ou transferências:
Só na cidade de Blumenau mais de 25 mil famílias estão distribuídas por 60 abrigos improvisados, então podemos imaginar o número de animais que foram deixados para trás.
Pequenas cidades vizinhas que não possuem ONG protetora de animais serão ajudadas assim que tivermos acesso e mantimentos suficientes para levar aos animais necessitados.
As famílias desabrigadas estão recebendo ajuda do Brasil inteiro, sabemos que para algumas quase nada vai tirar a tristeza da perda do lar ou de um ente querido. Mas para muitas famílias, rever um animal que se tinha como perdido ou morto será um grande alento, principalmente para as crianças que logo terão um humilde NATAL.
Se você quer nos ajudar:
APRABLU - Associação Protetora de Animais de Blumenau.
CNPJ: 03.585.420/0001-75
Fundada em 14 de setembro de 1999.
Utilidade Pública - Lei 5980/02 - 30/08/2002.
Depósitos ou transferências:
BANCO: BESC
AGÊNCIA: 003
CONTA CORRENTE: 119.206-8
CIDADE: BLUMENAU/SC
APRABLU - Associação Protetora de Animais de Blumenau.
OBS: Parece que algumas pessoas estão conseguindo enviar pacotes de ração junto com os caminhões de coleta que a defesa civil está organizando em sua cidade.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Natalie Imbruglia posa em campanha contra peles
A atriz e cantora posou para uma campanha da PETA, ONG de proteção dos animais, contra o uso de casacos de pele. Segurando um coelho sobre seu peito nu, Natalie está ao lado da seguinte frase: "Tente dizer a ele que é apenas um pedaço de pele". "Qualquer pessoa que veste pele divide a culpa pela tortura e pelas mortes pavorosas de milhões de animais todos os anos", disse a atriz. Hipopótamo domesticado vira atração turística em Camarões
Boa parte dos turistas que viajam à África procura os safáris para ter contato, mesmo que de longe, com animais selvagens de todo o tipo. Mas quem nunca imaginou poder fazer carinho, brincar e até montar em um hipopótamo? Pois é, o pescador camaronês Liman Boucar Souaibou conseguiu. Há 16 anos, o pescador domesticou a fêmea das fotos abaixo, que ganhou o nome de África, e virou atração turística na cidade de Garoua, no norte dos Camarões. Para brincar com África, porém, é preciso ter coragem. Ela pesa quatro toneladas.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Luxo é defender o Planeta!
Os atores Ricardo Pereira, Danielle Suzuki, Ana Sophia Folch e Paulo Zulu posaram nus para o ensaio da campanha “Luxo é defender o planeta”, promovida pela revista Criativa. E as causas são várias.

Daniele Suzuki aderiu a campanha em nome da Praia de Ipanema no Rio de Janeiro. A atriz teme que a praia desapareça com o aquecimento global e o aumento do nível dos mares.

Ricardo Pereira tirou a foto usando um catavento, em defesa do uso de fontes de energia renovável.
Paulo Zulu quer barrar os pescadores que fazem a pesca com rede e são uma ameaça para várias espécies. Ele protesta: “É um absurdo o que os barcos industriais estão fazendo na nossa costa”.
Já a atriz Ana Sophia Folch luta em proteção aos animais que morrem para virarem casacos de pele. "Prefiro ficar nua a usar esse tipo de roupa", declara.
Fonte: ClicRBS
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Pingüim troca família por bicho de pelúcia de R$ 13
Um pingüim do zoológico britânico de Torquay, em Devon, trocou sua família por um animal de pelúcia que custa 4 libras (cerca de R$ 13,4) na loja de souvenir do próprio zôo.
A separação foi necessária porque um dos irmãos de Pingu roubava sua comida, fazendo assim com que o animal perdesse peso e ficasse fraco.
Solitário e com apenas três semanas de vida, ele ganhou o bicho de pelúcia de quem não se separa, segundo o jornal “Daily Mail”.

Fonte: G1
A crise chega ao mundo animal
Segundo entidades de proteção aos animais em Taiwan, a crise financeira mundial está gerando um aumento no abandono de cães no país e uma superlotação dos abrigos como esse abaixo, que recebeu 300 cachorros. Com o crescimento do desemprego e a queda do valor das ações, muitas pessoas estão achando que abandonar o seu bichinho de estimação é uma forma de cortar as despesas.

Órfão de guerra
Não são apenas as pessoas que sofrem perdas na guerra. Este simpático filhote de chimpanzé perdeu a mãe na guerra civil que está acontecendo na República Democrática do Congo. O soldado que o carrega resolveu ficar com o animal depois que teve de matar sua mãe para alimentar a tropa. No entanto, pretende vender o bebê. Esperamos que para um bom pai adotivo.

Fonte: Época
Enquete da Câmara dos Deputados sobre circos
MUITO IMPORTANTE!!
http://www.petitiononline.com/plcircos/
http://www2.camara.gov.br/comissoes/blog-da-comissao-de-educacao-e-cultura/
Participe. A minha resposta é NÃO!
http://www.petitiononline.com/plcircos/
É de extrema importância nossa manifestação nessa enquete da Câmara Federal, visto que é lá que está tramitando o PL de Circos, onde, inclusive, já foi criada uma frente parlamentar para defender o crime e trabalhar contra os animais.
Quando a página abrir, corra a barra lateral e mais abaixo, à direita está a enquete.
http://www2.camara.gov.br/comissoes/blog-da-comissao-de-educacao-e-cultura/
Participe. A minha resposta é NÃO!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Família diferente

Imaginem a cena: uma bezerra órfã escolheu como mãe adotiva uma cadela da raça buldog. Impossível? Que nada! Isso aconteceu em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Um amor que nem a natureza consegue explicar, mas que chama a atenção de todos. “Isso foi espontâneo. A gente não forçou nada”, disse o dono dos animais, Luiz Antônio. O veterinário José Takait Sato explicou que isso ocorre quando as fêmeas, que não tiveram filhotes, sentem a necessidade de serem mães.
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